FELIZ 2011





Todas as postagens que não são de minha autoria é dado o devido crédito e citado a fonte, até porque quando se copia algo de alguém a intenção não é fazer plágio e sim divulgar as informações para um maior número de pessoas, favorecendo o conhecimento que é o meu maior objetivo com "ARQUIVO DO SABER".







segunda-feira, 9 de maio de 2011

Síndrome de Angelman

A Síndrome de Angelman (S.A) é um distúrbio neurológico que causa retardo mental, alterações do comportamento e algumas características físicas distintivas.


Características Clínicas


Atraso de desenvolvimento, geralmente grave, alteração da linguagem, emissão de fonemas elementares e raramente articula palavras; comunicação receptiva e comunicação não-verbal maior do que verbal, distúrbios do movimento, usualmente ataxia à marcha e/ou tremores nos membros.


Características



- Atraso na aquisição motora (sentar, andar etc.)

- Ausência da fala

- Falta de atenção e hiperatividade

- Andar desequilibrado, com pernas afastadas e esticadas

- Natureza afetiva e risos frequentes

- Sono entrecortado e difícil

- Redução do tamanho da cabeça e achatamento de sua porção posterior

- Características faciais distintivas: boca grande com protusão da língua, queixo proeminente, lábio superior fino, dentes espaçados

- Redução da pigmentação cutânea, com pele mais clara do que o padrão familiar e maior frequência de cabelos -finos e loiros e olhos claros

- Estrabismo (40%dos casos) e mais raramente (10%) desvio na coluna (escoliose)

- Crises epiléticas, especialmente ausências, associadas a padrão.

tratamento

Não há cura para a Síndrome de Angelman, mas, há alguns tratamentos para os seus sintomas. A epilepsia pode ser controlada através do uso de medicação, a fisioterapia é uma aliada importante para estimular as articulações prevenindo sua rigidez. Terapia ocupacional ajuda a melhorar a motricidade fina e controlar a conduta motoro-bucal. Terapias de comunicação e fonaudiologia também são essenciais para se trabalhar a fala. A hidroterapia e musicoterapia também são muito utilizados na melhoria dos sintomas desta síndrome. Modificação da conduta tanto em casa, quanto no colégio, podem permitir que a criança possa desenvolver, ela mesma, a capacidade de realizar a maioria das tarefas relacionadas com o comer, o vestir e realizar inclusive atividades de casa, neste caso a ajuda, compreensão e paciência dos familiares é essencial para essa conduta.


Referência Bibliográfica


http://www.angelman.org.br/

ANDRAGOGIA

Com base nos princípios* da Andragogia (a ciência da educação de adultos), o adulto é um ser independente e responsável por suas ações (autoconceito do aprendiz). Tem conhecimento dos seus deveres e direitos perante a sociedade em que vive, mesmo que não os cumpra.
Diferentemente das crianças, que têm o professor como figura modelo e que precisam aprender o que é ensinado por ele, os adultos exigem do professor todo o conteúdo do qual tem interesse e dos quais precisa obter resultado na sua vida (prontidão para aprender / orientação para a aprendizagem), eles aprendem a partir de suas experiências (assimilação).

O adulto tem a necessidade de saber, ele só vai aprender a partir do momento em que entender o porquê deste aprendizado, do quanto isto vai agregar em sua vida. Ele precisa ser motivado, necessita dos fatores externos, porém os fatores internos são fundamentais, quanto mais estiver de bem com ele mesmo, mais aprenderá.

Lembre-se, desenvolver o CHA sempre (conhecimentos, habilidades e atitudes)!

mais a respeito da Andragogia, vale a pena dar uma conferida nesse blog http://andragogiaonline.blogspot.com/ .

*MORAIS, M.L. Andragogia – uma concepção filosófica e metodológica de ensino e aprendizagem. Associação Brasileira de Psicopedagogia


*http://pt.wikipedia.org/wiki/Andragogia

Afasia - Disfasia

Outro transtorno de aprendizagem é a Afasia, sendo a perda da capacidade de linguagem, parcial ou total, de causa neurológica decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral). O termo afasia significa uma completa ausência de linguagem, porém o uso mais correto é "disfasia", pois designa qualquer transtorno do uso simbólico das palavras.Dependendo da localização e da extensão da lesão, o paciente pode apresentar diversos sintomas, como por exemplo, perda total ou parcial da articulação das palavras, da fluência verbal, da habilidade de interpretação e de organização de gestos para comunicar o que quer; apresenta dificudade de expressar-se verbalmente, de nomear objetos, repetir palavras, contar, em ler, escrever.

Afasia de Wernicke (sensorial ou receptiva): a pessoa ouve e vê, mas não compreende a linguagem falada ou escrita;
Afasia de Broca (motora ou expressiva): a pessoa é incapaz de falar ou escrever adequadamente, porém o aparelho fonador não está paralizado;

afasia conceitual: não consegue formular conceitos;

afasia global ou mista: apresenta todas as formas de linguagem afetada;

afasia não fluente: a pessoa tem dificuldade em começar a falar e produzir as sequências articulatórias e gramaticais;

afasia fluente: tem dificuldade em encontrar vocábulos, mas articula e produz sequências grandes de palavras.





O psicopedagogo trabalha na reeducação da linguagem, com exercícios de percepção visual, imagens de catálogos, calendários, anúncios, entre outros.



Referências:

http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=919


http://www.neurologia.ufsc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=37:disfasias&catid=3:artigos&Itemid=10


http://www.psicopedagoga.org/index.php?option=com_content&view=article&id=71%3Aatividades-para-afasicos-adultos&catid=14%3Aentrevistas&Itemid=70

Disfasia

Disfasia




 Disfasia é uma perturbação da linguagem a qual está associada a uma lesão cerebral e consiste na má coordenação das palavras. Quando se trata de disfasia normal, o que ocorre é que a mente processa seus pensamentos mais rápido do que fala, daí atropelando as palavras. Quando a criança, adulto, adolescente está emocionado ou cansado a fala fica mais prejudicada, a mesma coisa acontece quando a pessoa se sente precionada ou percebe que está com dificuldade, isso acaba prejudicando mais ainda! Ou seja, aqui já começa uma dica, deixar a pessoa tranquila e não precioná-la.


Um ponto muito importante em relação a essa primeira dica, é estimular diálogos com seu filho ou aprendente. Principalmente temas que o interessem. Não o force nunca. Outras dicas importantes: não interrompa, não corrija. Evite elogios quando ele falar corretamente, pois significa que a fala anterior não estava adequada. Sempre o deixe tranquilo, fazer com que o diálogo seja um prazer e não um impecílio para que ele nunca consiga progredir.



Quando é o momento de procurar ajuda médica? ( Por exemplo, o fonoaudiólogo faz o diagnóstico e indica para outros profissionais para ajudá-lo na intervenção. O neurologista solicita exames para comprovar qualquer lesão e/ou para a comprovação. O psicopedagogo trabalha com a intervenção para adquirir a linguagem).


Seu filho tem mais de 6 anos de idade e apresenta dificuldade em pronunciar a maioria das palavras?


Seu filho tem hesitações e pausas na fala, medo de falar?


Seu filho apresenta tiques nervosos?


Seu filho fica preocupado a respeito da forma como ele fala?


Sua família tem antecedentes de gagueira na idade adulta?


Existe retardo na fala do seu filho? (Tem 2 anos e meio ou mais e não fala nenhuma frase)


A linguagem do seu filho não é compreensível? (Criança com mais de 4 anos)


Referências Bibliográficas


http://pt.wikipedia.org/wiki/Disfasia


http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?sec=47&art=270


http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?libdocid=3555&fromcomm=3&commrr=src


http://www.pdamed.com.br/diciomed/pdamed_0001_06079.php

sábado, 16 de abril de 2011

Minha mãe ( Homenagem )


Mãe palavra tão pequena

Mas, com tanto significado.

Que dá a luz... Que faz luz

Dá-nos a vida...

E a ilumina com seu sorriso

Com suas palavras doces

Sempre amando sem nada pedir

Mesmo com lágrimas nos olhos

Sempre tem uma palavra amiga

Um jeito certo para nos dominar

Deixando-nos seguros na vida

Embalando-nos com seu amor

Queria coroar-te...

Com uma coroa de flores

Agradecendo todo seu amor

Dar-te o céu por merecimento

O anoitecer e o amanhecer

Uma vida plena de felicidade

Mas, o destino foi cruel demais.

Levando-a do meu viver

Deixando um rasgo em minha vida

Uma fenda sem fim

Que vai até o infinito

Não tendo fim o meu sofrer

Quero deixar aqui expressa a minha gratidão

Por tantas noites mal dormidas

Pelas preocupações que lhe causei

Tirando-lhe o sono, deixando-a aflita.

Por todos seus carinhos espontâneos

Quero te pedir perdão se não correspondi

A todo seu amor por mim

Mas, saiba que sempre te amei mais que tudo.

Com toda a força do meu coração

E quando tive a oportunidade de coroar-te

Foi com muita tristeza em meu coração

Porque seu corpo jazia frio dentro de uma urna

E infelizmente a vida havia esvaído de ti

Não consegui dar-te o céu aqui nesta vida...

Deus antecedeu-me... Chamando-a para si

Deixando-me triste e infeliz

Causando uma saudade imensa de ti

Que consome todos os meus dias

Afligindo a minha alma

Fazendo-me sofrer a cada dia

Com a sua ausência que ninguém pode preencher

E, é com muita saudade que te falo;

Obrigado por ter existido!

Por ter sido minha mãe

Por ter sempre me amado

Enquanto aqui ficou...

Obrigado por tudo... Sempre te amarei

Porque aqui ainda estou...

Até que chegue a minha hora

E possa um dia te encontrar... Seja onde for

MAMÃE DELURDES-SAUDADES ETERNAS

Para Sempre




Por que Deus permite

que as mães vão-se embora?

Mãe não tem limite,

é tempo sem hora,

luz que não apaga

quando sopra o vento

e chuva desaba,

veludo escondido

na pele enrugada,

água pura, ar puro,

puro pensamento.



Morrer acontece

com o que é breve e passa

sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,

é eternidade.

Por que Deus se lembra

- mistério profundo -

de tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,

baixava uma lei:

Mãe não morre nunca,

mãe ficará sempre

junto de seu filho

e ele, velho embora,

será pequenino

feito grão de milho.



Carlos Drummond de Andrade

domingo, 10 de abril de 2011

Saudável com personalidade

De todos os fatores de risco para as centenas doenças que nos bombardeiam todos os dias, frequentemente esquecemos de levar em conta um dos mais importantes: nós mesmos. O jeito como você é – sua maneira individual de encarar a vida – pode aumentar seu risco para depressão, distúrbios da ansiedade, síndrome do pânico, insônia, enxaqueca, gastrite, doenças inflamatórias intestinais, obesidade, hipertensão arterial, infarto, derrame e até mesmo câncer.

Para facilitar seu trabalho, enumerei os cinco padrões de personalidade de risco que considero os mais importantes:

Os certinhos

Eles sentem orgulho quando são chamados de perfeccionistas e não aceitam se esforçar para fazer apenas o melhor que podem: devem fazer tudo mais-que-perfeito, e vivem no limite do esgotamento nervoso.

Exemplo: você fica tão aterrorizado com a possibilidade de errar que foge de qualquer mudança em sua rotina. Tudo que é diferente significa uma nova chance de insucesso.

A saída: você pode ser excelente, mas será sempre mais um ser humano. Aprenda a perdoar e conviver com isso.

Os negativos

O mundo é um animal ameaçador com uma mandíbula em cada esquina, apenas esperando sua felicidade atravessar rua.

Exemplo: as coisas dão errado e você ataca com o consagrado “Eu disse, eu avisei, eu sabia…”. Em contrapartida, quando as coisas dão certo, você tira do bolso a variável “Eu estou avisando, depois não venham me dizer que não sabiam…”.

A saída: o primeiro passo é reconhecer esta nuvem que você mesmo plantou sobre sua cabeça. A partir daí, contraponha qualquer pensamento negativo com uma certeza positiva – e siga religiosamente a rotina de pensar sempre no melhor.

Os desiludidos

Eles simplesmente não acreditam mais no rumo que deram para a própria vida.

Exemplo: acabou o papel da máquina copiadora no meio do seu trabalho. Você se senta no chão e pensa em chorar.

A saída: não chute a máquina nem coma o papel que saiu dela. O excesso de estresse pode significar que você não se identifica mais com o propósito daquela atividade e deve procurar novos rumos. Porém, antes de desistir de tudo, veja apenas se você não é um Deslocado que pensa que é um Desiludido.

Os deslocados

Saber trabalhar dentro das próprias limitações é essencial para reduzir as repercussões do estresse sobre sua saúde. Infelizmente, algumas pessoas estabelecem padrões muito além de suas capacidades, criando uma dissonância entre o que devem e o que de fato são capazes de fazer. Terminam o dia sentido como se estivessem no local errado a maior parte do tempo

Exemplo: você gosta de ajudar os outros, mas não suporta ver sangue. Mesmo assim insiste em trabalhar como assistente de uma ambulância de resgate médico, e termina passando mais tempo na maca que os próprios pacientes.

A saída: aceite o fato de que talvez você não tenha feito a opção correta. Acontece. Errar é humano, só não seja mais humano que os outros. Informe-se e escolha com mais consciência da próxima vez.

Os animadinhos

Costumam serem rotulados de “otimistas”, mas basta uma pequena frustração para que a expectativa de realização seja substituída por um comportamento hostil ao extremo.

Exemplo: qualquer pessoa que acha que trabalhar em grupo é “eu falo, vocês obedecem”. E cospe fogo se você não obedece no mesmo segundo que ele fala.

A saída: a natureza possui um ritmo próprio, que independe da sua busca apressada por eficiência. Mas, se você deseja fazer as coisas acontecerem apenas segundo sua vontade, veja se o cargo de Deus está vago.

A coluna do Dr. Alessandro Loiola é distribuída com exclusividade pela BR Press.