FELIZ 2011





Todas as postagens que não são de minha autoria é dado o devido crédito e citado a fonte, até porque quando se copia algo de alguém a intenção não é fazer plágio e sim divulgar as informações para um maior número de pessoas, favorecendo o conhecimento que é o meu maior objetivo com "ARQUIVO DO SABER".







domingo, 15 de maio de 2011

Só para relembrar

MOTRICIDADE FINA: a coordenação visuomanual representa atividade mais freqüente e mais comum no homem, a qual atua para pegar um objeto e lançá- lo, para escrever, desenhar, recortar, pintar, resulta em um conjunto: olho/objeto/mão. A escrita guiada pela visão consiste em uma organização de movimentos coordenados para reproduzir as formas e os modelos; constitui uma praxia motora.

MOTRICIDADE GLOBAL: O movimento motor global é um movimento sinestésico, tátil, labiríntico, visual, espacial, temporal; o que é educativo na atividade motora é o controle de si mesmo, obtido pela qualidade do movimento executado, da precisão e da maestria de sua execução (Rosa Neto, p.17, 2002).

EQUILIBRIO: A postura está estruturada sobre o tônus muscular (músculos esqueléticos sadios, os quais constituem a base da postura, apresentam uma leve contração sustentada). O equilíbrio é o estado de um corpo quando forças distintas que atuam sobre ele se compensam e anulam-se mutuamente.

 IMAGEM - ESQUEMA CORPORAL: conceitos em cima, embaixo, na frente, atrás, esquerdo, direito, alto, baixo, grande, pequeno, maior, menor, postura, equilíbrio, experiências táteis, sensações, permitirão o desenvolvimento do equilíbrio corporal e do freio inibitório, ou seja, capacidade de dominar atos motores de acordo com as delimitações impostas pela folha de papel, ou pelos contornos de um desenho, ou pelo ambiente. A criança que não consegue desenvolver a imagem corporal poderá ter problemas na orientação espacial, temporal, na aquisição de conceitos, equilíbrio e, ainda em escrever obedecendo aos limites de uma folha.

LATERALIDADE: é o uso preferencial de um lado do corpo para a realização das atividades: olho, ouvido mão e pé.

CONHECIMENTO DE DIREITA E ESQUERDA: permite a criança distinguir o lado direito e esquerdo podem implicar em dificuldade em relação à leitura e escrita, já que nossa sociedade a leitura e escrita realizam-se no sentido esquerdo para direita, escrita em espelho, com rotação de letras, palavras ou números, confusões na orientação espacial, na discriminação das letras quanto à posição espacial, trocas de d/ b, p/q.

ORGANIZAÇAO ESPACIAL: perceber as posições que os objetos ocupam ter seu corpo como referencia; as crianças que não tem esses conceitos definidos podem apresentar dificuldades em respeitar a ordem e sucessão das letras nas palavras e das palavras nas frases, incapacidade de locomover os olhos durante a leitura, obedecendo ao sentido direto/esquerdo, e salto de uma ou mais linhas; na escrita não respeitam a direção horizontal do traçado, os limites da folha, dificuldade na organização do material, indecisões quando tem de desviar de um obstáculo.

ORGANIZAÇAO TEMPORAL: engloba conceitos temporais de duração e sucessão de fatos: ontem, hoje, amanha, dias da semana, meses, anos, horas, estações do ano; a ausência deste pré-requisito pode causar dificuldade na pronúncia, na escrita de palavras, trocando a ordem das letras ou invertendo-as, dificuldade na retenção de uma serie de palavras dentro da mesma sentença, de uma série de idéias dentro de uma historia, ma utilização de tempos verbais, problemas de correspondência dos sons com as respectivas letras que os representam, principalmente no ditado.

 RITMO: relaciona-se ao fator de percepção do tempo: com duração e sucessão das musicas e suas pausas; a falta desta habilidade pode ser a causa de uma leitura lenta e silabada, a ma pontuação e entonação durante a leitura de um texto, em relação à escrita, observa-se o não respeito pelos espaços em branco entre as palavras, ocasionando omissões ou adições de silabas e falhas na acentuação.

LINGUAGEM ORAL: envolve a prolação ou pronuncia; vocabulário e sintaxe oral. A linguagem oral é uma etapa anterior a escrita. A criança com dificuldade em pronunciar as palavras poderá encontrar obstáculos no aprendizado da leitura e escrita.

Neurocognitivos e Comportamentais de Crianças e Adolescentes (TNC)

A Organização Mundial da Saúde relata que, mundialmente, 20% das crianças sofrem de algum tipo de transtorno mental debilitante. Transportando esses números para a realidade nacional e usando como parâmetros do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2000, pode-se projetar que aproximadamente 11 milhões de crianças e adolescentes brasileiros sofrem desses Transtornos.

Os Transtornos Neurocognitvos e Comportamentais (TNC), decorrem de um mal funcionamento de estruturas cerebrais que modulam funções como atenção, linguagem, memória e emoção. Crianças, que possuem de forma crônica prejuízo nessas habilidades, possuem dificuldades de aprender, comportar-se e de desenvolver um bom relacionamento com a família e a comunidade.

Os Transtornos Disruptivos e os comportamentos relacionados continuam na vida adulta e levam ao uso de drogas, criminalidade, comportamentos anti-sociais e problemas de empregabilidade.

Os objetivos dessa linha de pesquisa são abordar aspectos neuroquímicos, neurobiológicos, psicobiológicos, genéticos e moleculares dos Transtornos Neurocognitivos e Comportamentais mais freqüentes na idade escolar, cujos sintomas são grandes obstáculos para o desenvolvimento pleno da criança ou do adolescente. São exemplos os Transtornos de Aprendizagem Escolar, o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) e os Transtornos do Humor.

O “gol 1000” desta linha de pesquisa é desenvolver estratégias para prevenção, tratamento e um diagnóstico laboratorial para complementar o diagnóstico clínico de crianças e adolescente que sofrem desses Transtornos. Consequentemente, dar uma oportunidade para essas crianças ter uma qualidade de vida melhor, e aumentar a capacidade das comunidades de ter mais segurança e ser mais produtiva.

Coordenadora da pesquisa Dra. Mara Cordeiro 
Instituto Pequeno Princípe/Curitiba/Paraná

sábado, 14 de maio de 2011

As áreas de Brodmann




As áreas de Brodmann são clinicamente significativas, mapas citoarquitetônicos do cérebro humano.

Áreas de Brodmann 3,1 e 2: trata-se do córtex somatossensorial primário.

Áreas de Brodmann 41 e 42: áreas auditivas primárias (giro transverso de Heschl).

Áreas de Brodmann 4: córtex motor primário – “faixa motora” – grande concentração das células piramidais gigantes de Betz.

Área de Brodmann 6: área pré-motora.

Área de Brodmann 44: trata-se a área de Broca no hemisfério dominante.

Área de Brodmann 17: córtex visual primário (lobo occipital).

Área de Brodmann 40 e parte da área 39: área de Wernicke (hemisfério dominante).

Área de Brodmann 8: área do movimento ocular voluntário na direção oposta.

Áreas de Brodmann para primatas humanos & non-human

• Áreas 1, 2 & 3 - Cortex preliminar de Somatosensory (consultado freqüentemente como às áreas 3, 1, 2 pela convenção)

• Área 4 - Cortex preliminar do motor

• Área 5 - Cortex da associação de Somatosensory

• Área 6 - Pre-Motor e Cortex suplementar do motor (Cortex secundário do motor)

• Área 7 - Cortex da associação de Somatosensory

• Área 8 - Inclui Campos frontais do olho

• Área 9 - Cortex prefrontal de Dorsolateral

• Área 10 - Cortex prefrontal anterior (a maioria de peça rostral dos giros frontais superiores e médios)

• Área 11 - Área de Orbitofrontal (giros do orbital e do músculo reto, mais a parte da peça rostral do giro frontal superior)

• Área 12 - Área de Orbitofrontal (se usou ser parte de BA11, consulta à área entre o giro frontal superior e o sulcus rostral inferior)

• Área 13 e Área 14* - Cortex Insular

• Área 15* - Lóbulo Temporal anterior

• Área 17 - Cortex visual preliminar (V1)

• Área 18 - Cortex visual secundário (V2)

• Área 19 - Cortex visual associativo (V3)

• Área 20 - Giro temporal Inferior

• Área 21 - Giro temporal médio

• Área 22 - Giro temporal superior, de que a parte caudal participa Área de Wernicke

• Área 23 - Ventral Cortex Posterior do cingulate

• Área 24 - Ventral Cortex anterior do cingulate

• Área 25 - Cortex de Subgenual

• Área 26 - Área de Ectosplenial

• Área 27 - área do piriform

• Área 28 - Posterior Cortex de Entorhinal

• Área 29 - Cortex cingular de Retrosplenial

• Área 30 - Peça do cortex cingular

• Área 31 - Dorsal Cortex cingular Posterior

• Área 32 - Dorsal cortex anterior do cingulate

• Área 33 - Parte de cortex anterior do cingulate

• Área 34 - Anterior Cortex de Entorhinal (no Giro de Parahippocampal)

• Área 35 - Cortex de Perirhinal (no Giro de Parahippocampal)

• Área 36 - Cortex de Parahippocampal (no Giro de Parahippocampal)

• Área 37 - Giro Fusiform

• Área 38 - Área de Temporopolar (a maioria de peça rostral dos giros temporal superiores e médios)

• Área 39 - Giro angular, parte de Área de Wernicke

• Área 40 - Peça do giro de Supramarginal de Área de Wernicke

• Áreas 41 & 42 - Cortex preliminar e Auditory da associação

• Área 43 - Área de Subcentral (entre o insula e o borne/giro precentral)

• Área 44 - pars opercularis, parte de Área de Broca

• Área 45 - pars triangularis Área de Broca

• Área 46 - Cortex prefrontal de Dorsolateral

• Área 47 - Giro prefrontal Inferior

• Área 48 - Área de Retrosubicular (uma parte pequena da superfície medial do lóbulo temporal)

• Área 52 - Área de Parainsular (na junção do lóbulo temporal e insula)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Síndrome de Borderline

Síndrome de Borderline, ou Transtorno de Personalidade Limítrofe é uma expressão utilizada há mais de um século pelos pesquisadores do campo mental, que dela se valem para apontar uma modificação no limite entre a neurose e a psicose ou, como diriam alguns, na linha de demarcação entre a razão e a loucura. A pessoa atingida por esta síndrome apresenta um sério distúrbio psíquico, principalmente na esfera afetiva, no domínio dos impulsos, nas interações com o outro, na sua auto-imagem.
O diagnóstico desta perturbação mental é facilitado pelo próprio transtorno causado pelos sintomas no entorno do paciente, principalmente por atingir os familiares. Normalmente o indivíduo não ultrapassa os limites da normalidade, portanto é raro que ele seja enquadrado em um dos estados emocionais próximos do borderline, tais como a esquizofrenia, a depressão ou o transtorno bipolar.
Esta enfermidade psíquica não é ainda muito conhecida, embora afete indiscriminadamente integrantes das mais diversas classes sociais, pessoas célebres ou anônimas, particularmente as mulheres. Atualmente, o exemplo mais famoso de personalidade borderline é o da cantora Amy Winehouse, que revela em seu quadro dimensões radicais desta Síndrome, especialmente traços de autodestruição – os quais englobam a automutilação, com cortes perpetrados em várias partes do corpo, com a intenção de amenizar as dores emocionais, ameaças e até tentativas de suicídio -, consumo de drogas, intensos arrebatamentos verbais, ataques de agressividade, ilusões e alucinações passageiras, impulsividade desenfreada, sem falar nas constantes alterações de humor, apresentando-se a artista às vezes agitada, em outros momentos totalmente passiva.
Outras emoções despertadas pelo estado borderline incluem tristeza, raiva, vergonha, sentimento de pânico, horror, sensação de vazio e de extrema solidão. A capacidade de obter conhecimento também se encontra comprometida, levando o indivíduo a interpretações diversas sobre o outro, em um instante avaliando-o como um ser bom, logo depois o julgando como uma má pessoa. Além disso, há casos de perda da personalidade e do contato com a realidade. Entre tantos sintomas diversos, o DSMV fixou nove pontos essenciais para que se avalie o distúrbio como Síndrome de Borderline.
A expressão borderline foi utilizada primeiramente em 1884, pelo psiquiatra inglês Hughes, que assim se referia às ocorrências de loucura. Passou-se a usar este termo para diagnosticar sinais muito sérios de neurose. O pesquisador Bleuler julgava os esquizofrênicos como portadores de borderline. Enfim, em 1938, a palavra borderline é oficializada por Stern, que a adota para descrever uma modalidade de ‘hemorragia mental’, a qual ocorre quando se deflagra uma intolerância às frustrações. As pessoas se sentem, então, ressentidas, ultrajadas e emocionalmente atingidas. Grinker, em 1967, realiza pela primeira vez a descrição desta perturbação mental.
Estes pacientes têm intensa dificuldade de se relacionar. Fatores genéticos, abusos sexuais, exposição traumática á violência, são algumas das causas apontadas para a eclosão deste distúrbio, pois provocariam desequilíbrio emocional e comportamentos impulsivos. O reflexo deste problema na vivência social é muito sério, pois há uma grande dificuldade de se relacionar com os portadores desta Síndrome, embora seja necessário amparar e socorrer estas pessoas, principalmente porque o número de suicídios é muito alto, afetando pelo menos 10% dos pacientes.
Tem-se conquistado resultados positivos no tratamento desta perturbação ao se recorrer à psicoterapia, principalmente a cognitiva comportamental. Mas é preciso ser persistente no processo terapêutico, pois esta enfermidade engloba sérios distúrbios de personalidade, os quais deixam o ego vulnerável e passível de diversas quedas, de retorno a um estado de instabilidade.

90 anos de idade

Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.




"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:




1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa - morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo do que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

terça-feira, 10 de maio de 2011

Descoberto "gene da felicidade"

Pessoas com variantes longas do 5-HTT tendem a ser mais felizes
Jan-Emmanuel De NeveParte da felicidade dos humanos pode dever-se à genética, sugere um estudo publicado no “Journal of Human Genetics”, segundo o qual as pessoas com duas variantes longas de um gene chamado 5-HTT podem ver mais facilmente o lado bom das coisas, pelo que conseguem ser mais felizes.

Nesta investigação, Jan-Emmanuel De Neve, investigador da Escola de Londres de Economia e Ciência Política, recorreu a dados de um estudo americano que analisou 2574 adolescentes ao longo de 13 anos, entre 1995 e 2008. O objectivo do cientista era perceber por que motivo algumas pessoas parecem naturalmente mais felizes do que outras. Concluiu então que quem nasce com as duas versões maiores do 5-HTT tem mais probabilidades de se sentir satisfeito com a vida, do que os que nascem com uma versão mais curta.

Cada pessoa apresenta duas variantes do gene, uma derivada do cromossoma do pai e outra do da mãe, sendo que as variantes mais longas possibilitam uma melhor libertação e reciclagem da serotonina do que a variante mais pequena. O 5-HTT está envolvido no transporte desta molécula neurotransmissora que, entre outros aspectos, está associada ao sentimento de bem-estar.
Os participantes do estudo responderam a um questionário sobre o quão satisfeitos estavam com a sua vida. As respostas variavam entre “muito satisfeito”, “satisfeito”, “nem satisfeito, nem insatisfeito”, “insatisfeito” e “muito insatisfeito”.

Depois de cruzarem a informação genética destes adolescentes, nomeadamente as variantes que cada um tinha para o gene 5-HTT, com os resultados dos inquéritos, a equipa de De Neve verificou que 69 por cento dos que tinham duas cópias grandes do gene diziam que estavam satisfeitos (34 por cento) ou muito satisfeitos (35 por cento).

Já dos que tinham duas cópias curtas, apenas 38 por cento diziam que estavam satisfeitos (19 por cento) ou muito satisfeitos (19 por cento). No total, 40 por cento dos adolescentes disseram que estavam "muito satisfeitos" com a vida.
Jan-Emmanuel De Neve considera que “os resultados sugerem uma ligação forte entre a felicidade e a variação funcional deste gene”. Contudo esclareceu que “o bem-estar não é determinado por apenas um gene – outros genes e especialmente a experiência que vamos tendo ao longo da vida continuam a explicar a maioria da variação entre a felicidade de cada um.”


fonte Ciencia honje